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  • MacBook não liga: o que testar antes de achar que é a placa

    Quando o MacBook não liga, o primeiro reflexo costuma ser imaginar o pior — placa queimada, orçamento caro, aparelho perdido. Na prática, boa parte dos casos que chegam à nossa bancada no Centro do Rio para em um de três lugares bem mais simples: carregador, aparelho travado ligado com a tela apagada, ou bateria. Vale gastar dez minutos antes de assumir o pior.

    Uma coisa muda tudo neste diagnóstico: se o seu MacBook é Apple Silicon (chips M1 e posteriores) ou Intel. Vários procedimentos que circulam na internet só valem para os modelos Intel, e aplicar receita errada é perda de tempo.

    Recebeu orçamento de troca de placa? Em boa parte dos casos dá para reparar. Diagnóstico grátis.

    conserto de MacBook

    Antes de tudo: o MacBook não liga ou está ligado com a tela apagada?

    Essa distinção resolve muito caso. Num quarto escuro, aproxime o ouvido do aparelho e olhe a tela de perto:

    • Ouve algum som de ventoinha, mesmo baixo?
    • A máquina está morna em algum ponto?
    • Apontando a lanterna do celular bem de perto contra a tela, aparece alguma imagem fraquíssima?

    Se qualquer resposta for sim, o MacBook está ligado — o que falhou foi a tela ou a iluminação dela. O caso passa a ser o de tela do notebook escura, e o custo esperado é bem outro.

    O carregador é o suspeito mais comum

    Comece por ele, porque é o mais provável e o mais barato.

    Troque a tomada, de preferência para outro cômodo. Nos modelos com MagSafe, olhe se a luz do conector acende: âmbar indica carregando, verde indica carregado. Luz nenhuma aponta para o carregador ou para o conector.

    Nos modelos que carregam por USB-C, o cabo é o ponto fraco. Ele sofre com dobra e com o peso do próprio conector, e cabo rompido por dentro funciona em certas posições e falha em outras. Se você tem outro cabo USB-C de boa qualidade em casa, teste — muitos casos param aqui.

    Duas coisas que enganam. A primeira: o conector magnético acumula sujeira, e resíduo nos contatos impede a carga mesmo com carregador perfeito. Vale limpar com o aparelho desligado. A segunda: carregador de baixa potência pode não dar conta de acordar uma bateria muito descarregada, mesmo encaixando e sendo original.

    E se a bateria estiver profundamente descarregada, o aparelho pode precisar de bastante tempo na tomada antes de dar qualquer sinal. Deixe carregando pelo menos uns 15 ou 20 minutos antes de tentar de novo.

    Forçar o desligamento: dez segundos que resolvem bastante

    Este vale para qualquer MacBook, Intel ou Apple Silicon. Mantenha o botão de energia pressionado por cerca de 10 segundos, solte, espere um instante e aperte de novo normalmente.

    O que isso faz é forçar o desligamento de uma máquina que travou num estado em que ela parece morta mas não está. Não apaga nada, não altera configuração.

    Nos modelos mais recentes, o botão de energia fica integrado ao Touch ID, no canto superior direito do teclado — é nele que se pressiona.

    SMC e NVRAM: o que ainda existe e o que não existe mais

    Aqui está a maior fonte de confusão em tutoriais desatualizados.

    Nos MacBooks com Apple Silicon — M1 e posteriores — não existe mais reset de SMC como procedimento separado. O equivalente é simplesmente desligar por completo e ligar de novo. Qualquer combinação de teclas que prometa reset de SMC nesses modelos é receita antiga aplicada no lugar errado.

    Nos modelos com processador Intel, o reset de SMC existe e faz sentido quando o problema é de energia ou carregamento. Só que a combinação de teclas varia conforme o modelo — máquinas com chip de segurança T2 usam um procedimento, as anteriores usam outro, e as com bateria removível outro ainda. Por isso não adianta decorar uma receita única: vale confirmar a do seu modelo específico no suporte da Apple.

    O reset de NVRAM, feito com combinação de teclas na inicialização, também é coisa dos modelos Intel. Ele trata configurações de inicialização, não defeito físico — raramente é a resposta para uma máquina que não dá sinal nenhum.

    Os quadros que já nascem para a bancada

    Líquido é o caso mais sério e o mais mal tratado. Se derramou qualquer coisa, não tente ligar e não use secador — calor espalha o líquido e acelera o dano. Desligue, mantenha fechado e leve o quanto antes para limpeza. A corrosão avança devagar, e é comum o aparelho funcionar por alguns dias e falhar depois, quando o estrago já é maior e mais caro.

    Bateria inchada é questão de segurança, não de desempenho. Se o aparelho não fica firme na mesa, se o trackpad ficou duro ou se a tampa não fecha direito, pare de usar e leve para trocar.

    Também são casos de bancada: parou depois de queda, parou depois de queda de energia ou raio, tem cheiro de queimado, ou esquenta numa região específica sem nem ligar.

    Troca de placa ou reparo: a decisão que muda o custo

    Esta é a parte que mais pesa no bolso de quem tem MacBook. Quando o defeito está na placa, existem dois caminhos com custos muito diferentes.

    O caminho da rede autorizada costuma ser a substituição da placa inteira. É rápido do ponto de vista de quem conserta, e caro do ponto de vista de quem paga — em aparelho fora da garantia, o valor às vezes se aproxima do de uma máquina usada.

    O outro caminho é o reparo em nível de componente: identificar o componente que falhou na própria placa e substituir só ele, aproveitando a placa original. Exige equipamento e tempo de bancada, e é justamente por isso que a maioria das assistências não faz. É o serviço que mais salva aparelho já dado como perdido em outro lugar.

    Deixando claro: a BBinfo não é assistência autorizada Apple. Somos assistência técnica independente, com bancada própria no Centro do Rio. Se o seu MacBook ainda está na garantia, o caminho é a Apple primeiro.

    MacBook não liga: o que fazemos aqui

    Na bancada, medimos a tensão que realmente entra na placa, testamos o circuito de carga, avaliamos a bateria fora do aparelho e, quando o quadro aponta para lá, analisamos a placa em nível de componente para identificar o que falhou.

    Como funciona: orçamento grátis e sem compromisso — você descobre o que o aparelho tem sem gastar nada e decide depois; se não quiser seguir, leva a máquina de volta sem pagar. Peça em estoque para os reparos mais comuns, então boa parte sai em algumas horas; reparo de placa e caso de líquido levam mais tempo de bancada. E todo serviço tem garantia.

    Se o conserto não compensar diante do valor do aparelho, a gente fala — mesmo perdendo o serviço. Já devolvemos máquina com essa recomendação.

    Perguntas frequentes

    MacBook não liga: como forçar o desligamento?

    Mantenha o botão de energia pressionado por cerca de 10 segundos, solte e aperte novamente. Isso força o desligamento de um aparelho travado e resolve parte dos casos em que a tela fica preta mas a máquina está ligada.

    O reset de SMC funciona no MacBook com chip M1 ou mais novo?

    Não. Nos MacBooks com Apple Silicon não existe mais o reset de SMC como procedimento separado — o equivalente é simplesmente desligar por completo e ligar de novo. O reset de SMC só se aplica aos modelos com processador Intel, e a combinação varia conforme o modelo.

    Como saber se meu MacBook é Apple Silicon ou Intel?

    Se a máquina liga, o menu Sobre Este Mac mostra o processador. Se não liga, dá para identificar pelo número do modelo na base do aparelho, consultando a lista no site da Apple. A distinção importa porque muitos procedimentos de diagnóstico são diferentes entre as duas plataformas.

    Derramei líquido no MacBook e ele parou. O que fazer?

    Não tente ligar e não use secador. Desligue, mantenha fechado e leve o quanto antes para limpeza. Líquido causa corrosão progressiva: o aparelho às vezes funciona por dias e falha depois. Quanto mais cedo chega para limpeza, menor o estrago e mais barato o reparo.

    Vale a pena consertar a placa de um MacBook ou é melhor trocar?

    Reparo em nível de componente costuma custar bem menos que a troca da placa inteira, que é o padrão da rede autorizada. A gente informa o custo dos dois caminhos no orçamento, que é grátis, e diz claramente quando não compensa.

    Se o MacBook não liga, traz aqui antes de trocar a placa

    Ficamos na Av. Rio Branco, 156, no Edifício Avenida Central, ao lado do metrô do Largo da Carioca, de segunda a sexta das 10h às 18h. Dá para deixar no caminho do trabalho e buscar na saída.

    Chama no WhatsApp (21) 96499-9154 e conta três coisas: se é Apple Silicon ou Intel, se a luz do carregador acende e se houve líquido, queda ou queda de energia. Se você já tem um orçamento de troca de placa na mão, traz junto — vale uma segunda opinião. Veja também como funciona o conserto de MacBook na BBinfo, com 13 anos de bancada e reparo em nível de componente.

  • Computador reiniciando sozinho: hardware ou Windows?

    Ter o computador reiniciando sozinho não é a mesma coisa que ter um computador desligando sozinho, e confundir os dois faz muita gente trocar a peça errada. Reiniciar é a máquina apagar e voltar por conta própria. Isso quase sempre significa que o sistema encontrou um erro grave e se reiniciou de propósito, para não travar de vez. Descobrir qual erro é o trabalho — e boa parte dele o próprio Windows já fez para você.

    Se a sua máquina apaga e fica apagada, o roteiro é outro: computador desligando sozinho.

    Antes de formatar, vale confirmar se o problema é mesmo de software. Diagnóstico com orçamento grátis.

    conserto de computador

    Computador reiniciando sozinho: primeiro leia a tela azul

    Muita gente não sabe que existe uma tela azul, porque ela aparece e some antes de dar tempo de ler. Isso acontece porque o Windows vem configurado de fábrica para reiniciar automaticamente ao encontrar um erro grave.

    Dá para desativar esse comportamento. Nas configurações avançadas do sistema, na seção de inicialização e recuperação, existe a opção de reinicializar automaticamente. Desmarcando ela, a próxima falha deixa a tela azul parada, com o código do erro à vista.

    Esse código é a informação mais valiosa do diagnóstico inteiro. Ele não diz a peça com todas as letras, mas aponta a direção: erros de acesso à memória apontam para RAM, erros de driver apontam para software, e assim por diante. Anote e fotografe.

    O registro que o Windows já guardou para você

    Mesmo sem ter visto a tela azul, o sistema anotou o que aconteceu. O Visualizador de Eventos guarda o histórico, e os registros marcados como erro crítico no horário exato do reinício mostram o que a máquina estava fazendo quando falhou.

    O padrão desses registros já ajuda muito. Se os erros acontecem sempre com o mesmo programa ou driver aberto, a pista é de software. Se acontecem em momentos completamente distintos, sem nada em comum, a suspeita vira hardware.

    Vale procurar também por um evento de desligamento inesperado. Ele confirma que a máquina não foi desligada pelo sistema de forma ordenada, o que reforça a hipótese de energia ou de falha física.

    Memória: a causa de hardware mais comum

    Entre os defeitos físicos que causam reinício, a memória lidera. Um pente com falha ou com contato oxidado faz a máquina reiniciar em momentos que parecem aleatórios, sem padrão nenhum — e é justamente a ausência de padrão que aponta para ela.

    O teste é acessível. Com a máquina desligada e o cabo de força retirado, remova os pentes, limpe os contatos dourados com uma borracha branca comum e recoloque firme até o clique dos dois lados. Se houver mais de um pente, teste com um de cada vez, e em slots diferentes: isso separa pente ruim de slot ruim.

    O Windows também traz uma ferramenta própria de diagnóstico de memória, que roda antes do sistema carregar e faz uma varredura completa. Ela demora, mas encontra falha que o uso normal só revela de vez em quando.

    Contato oxidado é problema frequente em máquina que ficou parada, e a umidade daqui do Rio ajuda bastante nisso.

    Fonte: quando falta energia num instante

    Fonte que não entrega o suficiente nos picos de consumo causa reinício, não só desligamento. O sistema perde tensão por uma fração de segundo, não consegue continuar e reinicia.

    O sintoma é característico: reinicia em jogo, em renderização ou logo ao abrir um programa pesado, e funciona sem problema no uso leve. Máquina que ganhou placa de vídeo nova sem trocar a fonte é o caso mais comum que chega aqui.

    Vale checar também a rede elétrica antes de culpar a máquina. Filtro de linha antigo, régua sobrecarregada ou nobreak com bateria vencida provocam microcortes que reiniciam o computador. Teste ligando direto numa tomada boa de outro circuito, sem intermediário nenhum. Se o problema some, ele nunca esteve no computador.

    Calor também reinicia, não só desliga

    Superaquecimento costuma desligar, mas em algumas configurações ele reinicia. O indício é o mesmo do desligamento térmico: acontece sob esforço, com o gabinete quente e os coolers acelerados.

    As causas também são as mesmas — poeira compactada no dissipador e pasta térmica ressecada — e a solução é limpeza com o gabinete aberto e troca de pasta. Ar comprimido soprado por fora não resolve, só empurra sujeira para dentro.

    Software: quando formatar é mesmo a resposta

    Nem tudo é peça. Driver de vídeo com defeito é uma causa clássica de reinício, principalmente depois de uma atualização recente. Se o problema começou logo após uma atualização de driver ou do sistema, reverter para a versão anterior é o teste mais direto que existe.

    Atualização de Windows mal concluída e conflito entre programas de segurança também entram na lista. E vírus, embora seja menos comum do que se imagina, ainda aparece.

    Mas atenção à ordem: formatar antes de confirmar o hardware é o erro mais caro dessa história. Se a causa é memória, fonte ou placa, o sistema novo reinicia exatamente igual — e você perdeu seus arquivos e um dia de trabalho por nada. Confirme o hardware primeiro.

    Computador reiniciando sozinho: o que fazemos na bancada

    Aqui o caminho é medir em vez de supor. Lemos os registros de erro do sistema, rodamos teste completo de memória, testamos a fonte com carga real em todas as linhas de tensão — não apenas se ela liga — e acompanhamos temperatura sob carga. Quando o quadro aponta para a placa, analisamos em nível de componente.

    Essa ordem existe por um motivo prático: ela evita que você pague por uma formatação que não vai resolver nada.

    Como funciona: orçamento grátis e sem compromisso — você descobre o que a máquina tem sem gastar nada e decide depois. Peça em estoque, então troca de memória ou de fonte costuma sair em algumas horas; reparo de placa leva mais tempo de bancada. E todo serviço tem garantia.

    Atendemos também em domicílio em toda a cidade do Rio e em Niterói, e empresas e escritórios do Centro e da região. E quando o conserto não compensa, a gente fala — mesmo perdendo o serviço.

    Perguntas frequentes

    Computador reiniciando sozinho é diferente de desligar sozinho?

    Sim, e a diferença importa. Reiniciar é apagar e voltar sozinho, o que normalmente indica falha de sistema, driver ou memória. Desligar é apagar e ficar apagado, o que aponta para proteção térmica ou corte de energia.

    Por que a tela azul aparece e some rápido demais para ler?

    Porque o Windows vem configurado para reiniciar automaticamente ao encontrar erro grave. Dá para desativar esse reinício automático nas configurações avançadas do sistema, e aí a tela azul fica visível com o código do erro.

    Memória com defeito faz o computador reiniciar?

    Faz, e é uma das causas mais comuns. Memória defeituosa ou com contato oxidado provoca reinícios em momentos aparentemente aleatórios. O teste é remover os pentes, limpar os contatos e testar um de cada vez em slots diferentes.

    Reinstalar o Windows resolve o reinício sozinho?

    Só quando a causa é de software. Se o problema é memória, fonte ou placa, o sistema novo reinicia igual — e você perde tempo e arquivos por nada. Vale confirmar o hardware antes de formatar.

    Onde o Windows registra o motivo do reinício?

    No Visualizador de Eventos, na seção de logs do sistema. Os registros marcados como erro crítico no horário do reinício mostram o que o sistema estava fazendo quando falhou, e isso ajuda a separar causa de software de causa de hardware.

    Se o computador reiniciando sozinho já virou rotina, chama a gente

    Ficamos na Av. Rio Branco, 156, no Edifício Avenida Central, ao lado do metrô do Largo da Carioca, de segunda a sexta das 10h às 18h. Se preferir não desmontar a máquina, atendemos em domicílio no Rio e em Niterói.

    Chama no WhatsApp (21) 96499-9154 e conta se o reinício acontece sob esforço ou em qualquer momento, e se começou depois de alguma atualização. Se você conseguiu ler o código da tela azul, traz ele junto — encurta bastante o diagnóstico. Veja também como funciona o conserto de computador na BBinfo, com 13 anos de bancada no Centro do Rio.

  • Computador desligando sozinho: superaquecimento, fonte ou placa?

    Com o computador desligando sozinho sem aviso, sem tela azul e sem mensagem de erro, a máquina não está com defeito aleatório — ela está se protegendo ou perdendo energia. E dá para descobrir qual dos dois observando quando o desligamento acontece. É o que este guia faz, na ordem que elimina mais suspeitos rápido.

    Aqui o computador liga normal e cai depois. Se a sua máquina nem chega a ligar, o roteiro é outro: computador não liga.

    Desligamento repetido corrompe arquivo e castiga o disco. Diagnóstico com orçamento grátis, na loja ou em domicílio.

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    Computador desligando sozinho: o momento do corte entrega a causa

    Antes de abrir o gabinete, observe o padrão por um ou dois dias:

    • Cai sob esforço — em jogo, renderização, videochamada ou com muitas abas. Aponta para calor ou fonte.
    • Cai sempre depois de um tempo parecido, mesmo sem estar fazendo nada pesado. Aponta para calor.
    • Cai a qualquer momento, inclusive frio e ocioso. Sai o calor, entram fonte e placa.
    • Cai quando você mexe no gabinete ou encosta nos cabos. É contato — cabo de força, conector da fonte ou mau contato interno.

    Preste atenção também no que vem depois. Se a máquina só volta a ligar quando esfria, isso é proteção térmica atuando, e o diagnóstico está praticamente fechado.

    Poeira e pasta térmica: o par que causa a maioria dos casos

    O processador tem um limite de temperatura e, ao chegar nele, a máquina corta a energia para não se danificar. O desligamento é a proteção funcionando. O defeito é o que fez a temperatura subir.

    O primeiro culpado é poeira no dissipador. Não a poeira visível espalhada pelo gabinete, mas a camada compacta que se forma entre as aletas do cooler do processador — ela vira um feltro que bloqueia a passagem de ar. O cooler continua girando, às vezes até mais rápido, e o ar não passa. Por isso a impressão de “está ventilando, então não é calor” engana tanto.

    O segundo é a pasta térmica ressecada, que é o que transfere calor do processador para o dissipador. Quando endurece, o calor deixa de sair mesmo com o cooler perfeito.

    Em computador de mesa há um terceiro fator que o notebook não tem: o fluxo de ar do gabinete. Máquina encostada na parede, dentro de nicho fechado de móvel, ou com os coolers de gabinete instalados soprando na direção errada, esquenta mesmo com o processador bem cuidado. Vale conferir se a máquina tem pelo menos 10 centímetros de folga atrás e dos lados.

    Ar comprimido soprado por fora não resolve — empurra a sujeira para dentro e força o eixo do cooler. Limpeza que funciona é com o gabinete aberto, dissipador removido e pasta trocada.

    Fonte: quando o problema é falta de energia, não excesso de calor

    Aqui está a diferença mais importante entre desktop e notebook. No computador de mesa, a fonte é dimensionada para um conjunto específico de peças — e esse conjunto muda com o tempo.

    O caso clássico: a máquina ganhou uma placa de vídeo mais forte, ou um disco a mais, e a fonte continuou a mesma. Nos momentos de pico de consumo, o consumo passa do que ela entrega, a proteção corta e tudo apaga. O sintoma é característico: desliga só em jogo ou sob carga pesada, e funciona perfeitamente no resto do tempo.

    Fonte envelhecida produz o mesmo efeito sem que nada tenha mudado na máquina. Capacitores perdem capacidade com os anos e com o calor, e a fonte que entregava o suficiente passa a não entregar mais.

    E existe a fonte genérica muito barata, que é a origem de boa parte do que vemos. Ela costuma anunciar uma potência que não entrega de verdade, e quando falha às vezes leva junto a placa-mãe ou o disco. Trocar fonte é dos reparos mais baratos que existem — economizar nessa peça é o tipo de economia que cobra juros.

    Verifique a rede elétrica antes de culpar a máquina

    Vale um passo que quase ninguém dá. Se a máquina está ligada num filtro de linha antigo, numa régua sobrecarregada ou num nobreak com bateria no fim, o corte pode vir de fora.

    Teste ligando direto numa tomada boa, de outro circuito, sem intermediários. Se o problema some, ele nunca esteve no computador. Nobreak com bateria vencida é causa comum e passa despercebida porque o aparelho parece estar funcionando.

    Quando a causa está na placa-mãe

    Alguns sinais dispensam tentativa e erro. Capacitores estufados — os cilindros pequenos que deveriam ter o topo plano e aparecem abaulados ou com resíduo esbranquiçado no topo. Marca ou cheiro de queimado. Desligamento que começou logo depois de uma queda de energia ou de raio na região.

    Nesses casos existe uma escolha que muda o custo de patamar: trocar a placa inteira ou reparar o componente defeituoso nela. Reparo em nível de componente é o que fazemos aqui — e é o que a maioria das assistências não faz, motivo pelo qual tanta máquina recebe orçamento de placa nova quando teria conserto.

    Se em vez de desligar e ficar apagada a sua máquina apaga e volta sozinha, o defeito é diferente e o roteiro está em computador reiniciando sozinho. Se o problema é notebook e não desktop, veja notebook desliga sozinho.

    O que não vale a pena tentar

    Formatar não resolve. Desligamento por calor ou por energia é problema físico; o sistema novo desliga igual. Programa de otimização não muda temperatura nem capacidade de fonte. E trocar a pasta sem limpar o dissipador resolve metade do problema, o que costuma significar voltar ao mesmo ponto em poucos meses.

    Antes de qualquer coisa, salve seus arquivos

    Desligamento abrupto repetido corrompe arquivo aberto e, com o tempo, castiga o disco. Enquanto a máquina ainda funciona por alguns minutos, copie o que importa para um HD externo ou pendrive. É o primeiro conselho que a gente dá por WhatsApp, antes mesmo de falar de conserto.

    Computador desligando sozinho: o que fazemos na bancada

    Aqui o caminho é medir em vez de supor. Acompanhamos a temperatura sob carga para confirmar se a proteção térmica é a causa. Testamos a fonte com carga real em todas as linhas de tensão, não apenas se ela liga. Conferimos a memória e, quando o quadro aponta para lá, analisamos a placa em nível de componente.

    Como funciona: orçamento grátis e sem compromisso — você descobre o que a máquina tem sem gastar nada e decide depois. Peça em estoque, então limpeza com troca de pasta e troca de fonte costumam sair em algumas horas; reparo de placa leva mais tempo de bancada. E todo serviço tem garantia.

    Atendemos também em domicílio em toda a cidade do Rio e em Niterói, o que costuma ser o caminho mais simples com computador de mesa — não precisa desmontar monitor, cabos e periféricos. Atendemos empresas e escritórios do Centro e da região também.

    E quando o conserto não compensa, a gente fala — mesmo perdendo o serviço.

    Perguntas frequentes

    Computador desligando sozinho é sempre superaquecimento?

    Não, mas é a causa mais frequente. O indício de calor é o desligamento sob esforço, com o gabinete quente e os coolers acelerados. Quando a máquina cai fria e ociosa, a suspeita passa para a fonte ou para a placa-mãe.

    Desligar sozinho e reiniciar sozinho são o mesmo defeito?

    Não. Desligar é a máquina apagar e ficar apagada, o que aponta para proteção térmica ou corte de energia. Reiniciar é ela apagar e voltar sozinha, o que costuma indicar memória, driver ou falha de sistema.

    Fonte fraca pode fazer o computador desligar?

    Pode, e é comum. Quando o consumo passa do que a fonte entrega, principalmente em jogo ou em máquina que ganhou placa de vídeo nova, a proteção corta e tudo apaga. O sintoma clássico é desligar só nos momentos de pico.

    Limpar o computador resolve o desligamento?

    Quando a causa é poeira no dissipador e pasta térmica ressecada, sim, a limpeza com troca de pasta resolve. Se a máquina continua desligando limpa e fria, a causa é outra: fonte, memória ou placa.

    Vocês atendem computador de mesa em domicílio?

    Sim. Atendemos em domicílio em toda a cidade do Rio de Janeiro e em Niterói, para pessoa física e para empresa. Computador de mesa com monitor e cabos não é prático de transportar, então esse é o caminho mais simples para muita gente.

    Computador desligando sozinho? Chama a gente

    Ficamos na Av. Rio Branco, 156, no Edifício Avenida Central, ao lado do metrô do Largo da Carioca, de segunda a sexta das 10h às 18h. Se preferir não desmontar a máquina, vamos até você no Rio ou em Niterói.

    Chama no WhatsApp (21) 96499-9154 e conta em que momento ela desliga — sob esforço, parada, fria, quente, ou quando você mexe nos cabos. Esse detalhe já reduz a lista de suspeitos pela metade. Veja também como funciona o conserto de computador na BBinfo, com 13 anos de bancada no Centro do Rio.

  • Computador não liga: o roteiro de teste que usamos na bancada

    Quando o computador não liga, a boa notícia é que o desktop é bem mais fácil de diagnosticar que um notebook. Tudo é modular, tudo é acessível, e a máquina tem dois canais de comunicação que o notebook quase não tem: os LEDs da placa-mãe e os bipes da BIOS. Este é o roteiro de eliminação que a gente segue aqui na bancada, na ordem em que ele elimina mais suspeitos por minuto.

    Se o seu caso é notebook, o caminho é outro e está em notebook não liga.

    Testou e a máquina continua muda? O orçamento é grátis e você descobre o que ela tem sem gastar nada.

    conserto de computador

    Quando o computador não liga, separe os três cenários

    Aperte o botão e observe. O que acontece define para onde ir:

    • Silêncio absoluto. Nenhum cooler gira, nenhum LED acende. É ausência de energia.
    • Dá um solavanco e morre. Os coolers giram meio segundo e tudo apaga. Curto ou proteção da fonte atuando.
    • Liga tudo, mas o monitor não mostra nada. Coolers giram, LED acende, e a tela fica preta. Isso não é “não liga” — é falta de vídeo.

    O terceiro cenário é o mais confundido. Se a máquina ligou, ela está com energia, e o problema mora depois: memória, vídeo, cabo ou o próprio monitor. Vale eliminar o óbvio primeiro — monitor ligado na tomada, cabo bem encaixado dos dois lados, e a entrada certa selecionada no monitor. Se a placa-mãe tem saída de vídeo integrada e você usa uma placa dedicada, testar na saída da placa-mãe separa em um minuto se o problema é a placa de vídeo.

    O caminho da energia, do mais bobo ao mais provável

    Comece de fora para dentro, sem abrir nada.

    Troque a tomada, de preferência para outro circuito da casa. Troque o cabo de força — é um cabo padrão, o mesmo do monitor, então dá para testar sem comprar nada.

    Agora o item campeão de chamados desnecessários: a chave liga-desliga na traseira da fonte. É uma chavinha com “I” e “O”. Se ela está em “O”, nada funciona, e ela é desligada sem querer o tempo todo — ao mexer nos cabos atrás do gabinete, ao passar o aspirador, ao empurrar a máquina para trás.

    Algumas fontes também têm uma chave seletora de tensão, 115V e 230V. Se a máquina foi transportada ou se alguém mexeu, vale conferir se ela está na posição certa para a sua rede.

    Fonte: o suspeito número um do desktop

    Em computador de mesa, a fonte é a peça que mais falha. Ela leva a pior parte de toda oscilação da rede e envelhece com calor e poeira.

    Os sinais são bem característicos. Ausência total de reação, com a chave traseira ligada e o cabo já testado. Cheiro de queimado. Um estalo no momento em que a máquina parou. Ou aquele quadro de ligar por meio segundo e morrer, que é a proteção da fonte cortando por causa de sobrecarga ou curto.

    Existe um teste caseiro conhecido, de fazer uma ponte no conector para ver se a fonte parte, mas ele diz pouco: fonte que gira o cooler pode estar entregando tensão errada em alguma das linhas, o que causa exatamente esse comportamento instável. Um teste que só mostra “liga ou não liga” não separa fonte boa de fonte meio boa.

    Vale um alerta: fonte genérica muito barata é a origem de metade dos problemas que vemos. Quando ela falha, às vezes leva junto placa-mãe ou disco. Trocar fonte é dos reparos mais baratos que existem, e economizar nessa peça costuma sair caro depois.

    O botão do gabinete falha mais do que a placa

    Esse é o achado que surpreende quem chega aqui achando que a placa-mãe morreu. O botão de ligar do painel frontal é uma peça mecânica simples, ligada à placa por um par de fios finos, e ele cansa. Trava, oxida, ou o fio se solta do conector.

    O teste é simples para quem já abriu um gabinete: localizar o conector do painel frontal na placa-mãe — o bloco de pinos identificado como *power switch* — e encostar os dois pinos correspondentes por um instante com uma chave de fenda. Se a máquina liga, o problema é o botão, não a placa. É um reparo barato.

    Se você não se sente à vontade fazendo isso com a máquina energizada, não faça. É melhor trazer.

    Os bipes e as luzes: a placa-mãe dizendo o que falhou

    Se a máquina liga mas não completa a inicialização, a placa-mãe tenta avisar. Ela faz isso de duas formas.

    Os bipes vêm do alto-falante interno, aquele pequeno conectado à placa. O padrão de bipes é código de erro da BIOS e aponta o subsistema que falhou — memória e vídeo são os campeões. A tradução exata depende do fabricante da BIOS e do modelo da placa, então conte a sequência com calma e consulte o manual da sua placa-mãe. Placas modernas muitas vezes vêm sem esse alto-falante instalado, e aí o canal está mudo.

    Muitas placas também trazem LEDs de diagnóstico na própria superfície, cada um marcando uma etapa: CPU, DRAM, VGA, BOOT. O LED que fica aceso indica onde o processo travou. Em placas com display de dois dígitos, o código na tela é ainda mais direto.

    Memória e contato: o teste que resolve boa parte dos casos

    Quando o LED de DRAM acende ou os bipes apontam memória, o procedimento é direto: com a máquina desligada e o cabo de força tirado, remova os pentes, limpe os contatos dourados com uma borracha branca comum e recoloque firme até ouvir o clique dos dois lados.

    Se houver mais de um pente, teste com um de cada vez e em slots diferentes. Isso isola pente ruim de slot ruim. Contato oxidado é problema comum em máquina que ficou parada, e a umidade daqui do Rio acelera isso.

    Quando o problema é a placa-mãe

    Alguns sinais já entregam o diagnóstico. Capacitores estufados ou vazando — aqueles cilindros pequenos na placa que deveriam ter o topo plano e aparecem abaulados ou com resíduo. Marca de queimado. Cheiro característico. Ou máquina que parou logo depois de uma queda de energia ou de um raio na região.

    Nesses casos existe uma escolha que muda muito o custo: trocar a placa inteira ou reparar o componente defeituoso nela. Reparo em nível de componente é o que fazemos aqui, e é o que a maioria das assistências não faz — por isso tanta máquina recebe orçamento de placa nova quando teria conserto.

    Se a sua máquina liga normalmente e só depois desliga sozinha, o caso é outro: veja computador desligando sozinho. Se em vez de desligar ela reinicia, o roteiro está em computador reiniciando sozinho.

    Computador não liga e você já testou tudo: o que fazemos aqui

    Na bancada, o caminho é o mesmo que você fez, com instrumento em vez de tentativa. Testamos a fonte com carga real em todas as linhas de tensão, não só se ela parte. Provamos a placa fora do gabinete, eliminando curto contra a carcaça. Lemos os códigos de diagnóstico e, quando o quadro aponta para lá, analisamos a placa em nível de componente.

    Como funciona: orçamento grátis e sem compromisso — você descobre o que a máquina tem sem gastar nada e decide depois. Peça em estoque, então troca de fonte, botão ou memória costuma sair em algumas horas; reparo de placa leva mais tempo de bancada. E todo serviço tem garantia.

    Atendemos também em domicílio, o que faz diferença aqui: computador de mesa com monitor, cabos e periféricos não é coisa de carregar no ônibus. Vamos até você em toda a cidade do Rio e em Niterói, e também atendemos empresas e escritórios.

    E quando o conserto não compensa, a gente fala — mesmo perdendo o serviço.

    Perguntas frequentes

    Computador não liga e não faz nada: por onde começar?

    Comece pelo caminho da energia antes de abrir o gabinete: outra tomada, outro cabo de força e a chavinha de liga-desliga na traseira da fonte. Depois disso, o próximo suspeito é a fonte, seguida do botão do painel frontal do gabinete.

    O que significam os bipes da placa-mãe?

    São o código de erro da BIOS. O padrão de bipes indica o subsistema que falhou, normalmente memória ou vídeo, e o significado varia conforme o fabricante da BIOS e o modelo da placa. Conte a sequência e consulte o manual da sua placa-mãe.

    O computador liga mas não dá imagem. É o mesmo problema?

    Não. Se os coolers giram e as luzes acendem, a máquina está recebendo energia — o defeito está depois disso, normalmente em memória, vídeo, monitor ou cabo. É um roteiro diferente do de ausência total de energia.

    Como saber se a fonte do computador queimou?

    O sinal mais claro é ausência total de reação: nenhum cooler gira, nenhum LED acende, com a chave traseira ligada e o cabo testado. Cheiro de queimado ou estalo no momento em que parou reforçam a suspeita. A confirmação exige teste com fonte conhecida ou instrumento.

    Vale a pena consertar um computador antigo que não liga?

    Depende do que falhou e do valor da máquina. Fonte e botão são reparos baratos que compensam quase sempre. Quando o problema é a placa-mãe de uma máquina antiga, a conta pode não fechar — e a gente diz isso no orçamento, mesmo perdendo o serviço.

    Se o computador não liga, traz aqui ou chama a gente

    Ficamos na Av. Rio Branco, 156, no Edifício Avenida Central, ao lado do metrô do Largo da Carioca, de segunda a sexta das 10h às 18h. Se preferir não desmontar tudo, atendemos em domicílio no Rio e em Niterói.

    Chama no WhatsApp (21) 96499-9154 e conta o que a máquina faz ao apertar o botão: silêncio total, um solavanco e morre, ou liga sem imagem. Essa única informação já reduz a lista de suspeitos pela metade. Veja também como funciona o conserto de computador na BBinfo, com 13 anos de bancada no Centro do Rio.

  • Notebook Samsung não liga: o que testar e quais são suas opções

    Quando o notebook Samsung não liga, a parte técnica é parecida com a de qualquer marca — o que muda é a decisão de para onde levar. Samsung tem rede autorizada no Brasil e peça original disponível, e isso é bom. Mas nem sempre é o caminho mais rápido, e às vezes nem o mais barato. Este guia cobre as duas coisas: o que testar antes de sair de casa e como escolher a rota do conserto.

    O roteiro geral de eliminação, que serve para qualquer notebook, está em notebook não liga.

    Fora da garantia? Descubra o que o aparelho tem sem pagar nada pelo diagnóstico.

    conserto de notebook no RJ

    Antes de tudo: quando o notebook Samsung não liga, qual é o seu caso?

    Com o carregador conectado, observe:

    • Nenhuma luz, nenhum som. Ausência total de energia — o roteiro começa pela tomada e pelo carregador.
    • Acende a luz mas não passa disso. A máquina recebe energia e trava antes de iniciar.
    • Liga, cooler gira, mas a tela fica preta. Não é “não liga” — é falta de imagem, e a causa costuma estar na memória, no vídeo ou na tela.

    Se a tela mostra imagem fraquíssima quando você aponta a lanterna do celular de perto, o problema é a iluminação do painel, explicado em tela do notebook escura.

    O caminho da energia, na ordem certa

    Troque a tomada, de preferência para outro cômodo — filtro de linha e régua antiga falham mais do que se imagina. Se o seu carregador tem cabo de tomada destacável, teste com outro.

    Olhe o LED do carregador: se ele não acende, o problema está no carregador, não no notebook. Passe a mão no cabo inteiro, principalmente na saída do bloco e na entrada do plugue, onde ele mais dobra.

    Um cuidado que vale para Samsung e para qualquer marca: carregador que encaixa não é o mesmo que carregador compatível. Tensão e amperagem precisam bater. Usar fonte de outro aparelho porque o plugue serve é caminho conhecido para queimar o circuito de carga.

    Depois, o reset de energia: desconecte o carregador, remova a bateria se ela for removível e segure o botão de ligar por cerca de 30 segundos. Recoloque o carregador e tente. Nos modelos mais finos a bateria é interna e essa etapa fica de fora — faça o resto igual.

    Memória soldada: por que um teste comum pode não existir no seu modelo

    Em notebook com pente de memória removível, tirar um pente e tentar ligar só com o outro é um teste rápido e revelador. Só que essa possibilidade vem desaparecendo.

    Boa parte dos notebooks finos atuais, Samsung incluída, traz memória soldada na placa. Não sai, não troca, não tem o que remexer. Isso tem duas consequências práticas: o teste caseiro está fora, e um defeito de memória deixa de ser troca de peça barata e passa a ser reparo na placa.

    Vale conferir a configuração do seu modelo antes de contar com upgrade ou com esse teste. É também a razão pela qual a gente diz antes, no balcão, quando um upgrade que o cliente veio pedir simplesmente não existe naquele aparelho.

    Autorizada ou independente: como decidir

    Essa é a parte que mais gera dúvida, então vale ser direto.

    Se o aparelho está na garantia do fabricante, vá à autorizada. Não há discussão: o reparo é por conta da Samsung e mexer fora dela pode custar a garantia. A marca mantém centros de serviço no Brasil e peças originais.

    Fora da garantia, a conta muda. Três situações em que a assistência independente costuma ser melhor negócio: quando o prazo da autorizada não cabe na sua rotina; quando o orçamento veio como troca de placa inteira, que é o padrão da rede autorizada; e quando o modelo é mais antigo, com peça de reposição escassa no canal oficial.

    A diferença técnica principal é essa: a rede autorizada trabalha por substituição de conjunto. Assistência que faz reparo em nível de componente troca o componente defeituoso na própria placa e aproveita a peça original. Isso muda o custo de patamar — e é justamente o que a maioria das assistências não faz.

    Os quadros que já nascem para a bancada

    Independente de marca, alguns sinais dispensam tentativa e erro. Parou depois de queda de energia ou raio na região. Parou depois de líquido derramado, mesmo que tenha funcionado por dias depois — a corrosão avança devagar e o aparelho falha semanas depois. Tem cheiro de queimado. Esquenta numa região da base sem nem ligar.

    Líquido é o caso em que a pressa vale dinheiro: quanto mais cedo o aparelho chega para limpeza, menor o estrago e mais barato o reparo.

    Se o seu Samsung liga normalmente e depois cai sozinho, o roteiro é outro — está em notebook desliga sozinho.

    Notebook Samsung não liga: o que fazemos aqui

    Na bancada, medimos a tensão que efetivamente chega à placa, testamos com fonte de bancada, conferimos o circuito de carga e, quando o quadro aponta para lá, analisamos a placa em nível de componente. É o mesmo procedimento que aplicamos em qualquer marca — o que muda é o conhecimento da plataforma.

    Deixando claro para não haver mal-entendido: a BBinfo não é assistência autorizada Samsung. Somos uma assistência técnica independente, com bancada própria no Centro do Rio, com 13 anos atendendo notebook de todas as marcas.

    Como funciona: orçamento grátis e sem compromisso — você descobre o que o aparelho tem sem gastar nada e decide depois. Peça em estoque, então boa parte dos reparos sai em algumas horas; reparo de placa leva mais tempo de bancada. E todo serviço tem garantia.

    Quando o conserto não compensa, a gente fala — mesmo perdendo o serviço.

    Perguntas frequentes

    Notebook Samsung não liga: ainda existe assistência autorizada no Brasil?

    Existe. A Samsung mantém rede de centros de serviço autorizados no Brasil e distribuidora de peças originais, inclusive para a linha Galaxy Book. Se o aparelho está na garantia, a autorizada é o primeiro caminho.

    Quando vale procurar uma assistência independente para um Samsung?

    Quando o aparelho está fora da garantia, quando o prazo da autorizada não cabe na sua rotina ou quando o orçamento veio como troca de placa inteira. Assistência independente que faz reparo em nível de componente costuma resolver por menos, aproveitando a placa original.

    Como funciona o reset de energia num notebook Samsung?

    Desconecte o carregador, remova a bateria se for removível e segure o botão de ligar por cerca de 30 segundos. Depois recoloque o carregador e tente ligar. Nos modelos com bateria interna, a etapa da remoção não se aplica — faça o resto igual.

    A memória do meu Samsung pode ser trocada?

    Depende do modelo. Boa parte dos notebooks finos atuais, Samsung incluída, traz memória soldada na placa, que não sai e não troca. Antes de contar com upgrade ou com o teste de trocar o pente, é preciso confirmar a configuração do seu modelo.

    Vocês atendem notebook Samsung no Rio de Janeiro?

    Sim. Atendemos notebook Samsung de todas as linhas na nossa bancada no Centro do Rio, na Av. Rio Branco. Não somos autorizada Samsung — somos assistência técnica independente, com orçamento grátis e garantia no serviço.

    Se o notebook Samsung não liga e você quer uma segunda opinião

    Ficamos na Av. Rio Branco, 156, no Edifício Avenida Central, ao lado do metrô do Largo da Carioca, de segunda a sexta das 10h às 18h. Dá para deixar no caminho do trabalho e buscar na saída.

    Chama no WhatsApp (21) 96499-9154 e conta o que acontece: se acende alguma luz, se já foi à autorizada, se tem orçamento na mão. Se já existe um orçamento de troca de placa, vale trazer — em boa parte dos casos dá para reparar em vez de trocar. Veja também como funciona o conserto de notebook no RJ na BBinfo.

  • Notebook Dell não liga: os códigos de LED e o reset de energia

    Quando o notebook Dell não liga, você tem uma vantagem que o dono de outras marcas não tem: a Dell transformou a luz de energia num código de diagnóstico. Se o seu aparelho pisca alguma luz em vez de ficar totalmente morto, ele está dizendo qual peça falhou — basta saber contar as piscadas.

    Este guia cobre o que é específico da Dell. O roteiro geral de eliminação, que vale para qualquer marca, está em notebook não liga.

    Já identificou o código e quer saber o custo? O orçamento é grátis e sai no mesmo dia.

    assistência técnica Dell

    Quando o notebook Dell não liga, a luz está falando com você

    Olhe a luz de energia do aparelho com o carregador conectado. Se ela pisca num padrão que se repete, alternando cores — normalmente âmbar e branco —, esse é o código de diagnóstico da Dell.

    Funciona assim: a luz dá um grupo de piscadas âmbar, uma pausa, um grupo de piscadas brancas, e recomeça. A combinação dos dois números identifica o subsistema que falhou — memória, placa, processador, vídeo ou alimentação. Um padrão que aponta memória, por exemplo, muda completamente o custo esperado em relação a um que aponta placa.

    O que fazer: conte com calma quantas piscadas âmbar e quantas brancas se repetem, anote os dois números e consulte a tabela oficial no site da Dell usando a etiqueta de serviço do seu aparelho. Não vale chutar pela internet — o significado dos códigos varia entre gerações e linhas, e a tabela certa é a do seu modelo.

    Se a luz simplesmente não acende de jeito nenhum, sem padrão algum, não há código para ler. Aí o caminho é o roteiro de energia: tomada, cabo, carregador, conector.

    A etiqueta de serviço: o atalho que quase ninguém usa

    Todo notebook Dell tem um código de sete caracteres, na base do aparelho, chamado Service Tag ou Código de Serviço Expresso. Com ele, o site da Dell mostra a configuração exata que saiu de fábrica: quanto de memória, qual processador, qual tela, qual bateria.

    Isso importa por um motivo prático. Boa parte do tempo perdido num diagnóstico é descobrir qual aparelho é aquele — Inspiron, Latitude, Vostro, XPS e a linha G têm plataformas diferentes, e o mesmo sintoma pode ter causas distintas em cada uma. Quando você chega com a etiqueta anotada, o atendimento começa dois passos à frente.

    Se a etiqueta está apagada pelo uso, ela também aparece na BIOS e, em muitos modelos, numa etiqueta interna sob a tampa.

    O reset de energia da Dell

    É o procedimento que a própria Dell recomenda antes de qualquer coisa, e resolve uma fatia real dos casos em que a máquina trava sem ligar.

    Desconecte o carregador. Remova a bateria, se ela for do tipo removível — nos modelos mais novos ela é interna e essa etapa fica de fora. Com tudo desconectado, segure o botão de ligar por cerca de 30 segundos. Solte, recoloque só o carregador e tente ligar.

    O que isso faz é drenar a energia residual que fica presa na placa. Não apaga nada, não danifica nada, não altera configuração. Se o aparelho voltar, ótimo — mas anote a frequência: máquina que precisa disso toda semana está avisando de um problema de alimentação que ainda vai aparecer inteiro.

    O diagnóstico embutido que ninguém lembra que existe

    Notebooks Dell trazem um teste de hardware que roda antes do Windows, sem depender do sistema estar íntegro. Costuma ser acessível pela tecla F12 logo ao ligar, escolhendo a opção de diagnóstico no menu de inicialização.

    Ele testa memória, disco, bateria e tela, e quando encontra falha entrega um código de erro. Esse código é ouro: ele diz exatamente o que a máquina achou de errado, e serve tanto para acionar a garantia quanto para acelerar o orçamento numa assistência independente como a nossa.

    Só que existe um limite óbvio — o diagnóstico precisa que o aparelho ligue o suficiente para carregá-lo. Se não há nem imagem, esse caminho está fechado e sobra o código da luz.

    Ainda na garantia? Acione a Dell primeiro

    Vale dizer com clareza, porque é do interesse de quem lê: se o aparelho ainda está no prazo de garantia do fabricante, o primeiro caminho é a Dell. A BBinfo não é assistência autorizada Dell — somos uma assistência independente, com bancada própria no Centro do Rio.

    Fora da garantia, aí a conversa muda. É quando a rede autorizada costuma cobrar caro, demorar semanas e trabalhar por troca de conjunto inteiro em vez de reparo. Boa parte do que chega aqui é aparelho que voltou de lá com orçamento de placa nova.

    Quando o problema já não é diagnóstico caseiro

    Alguns quadros dispensam tentativa e erro em qualquer marca, e na Dell não é diferente. Parou depois de queda de energia ou raio. Parou depois de líquido derramado, mesmo que tenha funcionado dias depois do acidente. Tem cheiro de queimado. Esquenta numa região da base sem nem ligar.

    Nesses casos o que falhou é o circuito de alimentação da placa, e o reparo é em nível de componente — trocar o componente defeituoso na própria placa, em vez de trocar a placa inteira. É o serviço que a maioria das assistências não faz, e é a diferença entre um reparo e um orçamento de peça nova.

    Se o seu Dell liga mas desliga sozinho depois de alguns minutos, o caso é outro e está em notebook desliga sozinho. Se ele liga e a tela fica escura mas com imagem visível sob lanterna, veja tela do notebook escura.

    Notebook Dell não liga: o que fazemos na bancada

    Chegando aqui, lemos o código da luz, conferimos a etiqueta de serviço para saber exatamente qual plataforma é, medimos a tensão que realmente entra na placa e testamos com fonte de bancada. Quando o quadro aponta para lá, analisamos a placa em nível de componente.

    Como funciona: o orçamento é grátis e sem compromisso — você descobre o que o aparelho tem sem gastar nada e decide depois. Trabalhamos com peça em estoque, então troca de carregador, bateria ou memória costuma sair em algumas horas; reparo de placa leva mais tempo de bancada. E todo serviço tem garantia.

    Quando o conserto não compensa diante do valor do aparelho, a gente fala — mesmo perdendo o serviço. Já devolvemos máquina com essa recomendação.

    Perguntas frequentes

    O que significa a luz piscando quando o notebook Dell não liga?

    A Dell usa a luz de energia como código de diagnóstico. Ela pisca em grupos alternando âmbar e branco, e cada combinação aponta uma peça: memória, placa, processador ou vídeo. Conte quantas piscadas de cada cor se repetem e consulte a tabela oficial da Dell usando a etiqueta de serviço do aparelho.

    Como fazer o reset de energia num notebook Dell?

    Desconecte o carregador, remova a bateria se ela for removível e segure o botão de ligar por cerca de 30 segundos com tudo desconectado. Depois recoloque o carregador e tente ligar. Isso descarrega a energia residual da placa e resolve parte dos casos de travamento.

    Onde fica a etiqueta de serviço da Dell?

    É um código de sete caracteres, geralmente numa etiqueta na base do aparelho, identificado como Service Tag ou Código de Serviço Expresso. Com ele o site da Dell mostra a configuração exata do seu modelo e a tabela de diagnóstico correspondente.

    A BBinfo é assistência autorizada Dell?

    Não. Somos uma assistência técnica independente, com bancada própria no Centro do Rio, e atendemos notebook Dell de todas as linhas. Se o seu aparelho ainda está na garantia do fabricante, o caminho é acionar a Dell primeiro.

    Quanto tempo leva o conserto de um notebook Dell que não liga?

    Depende do que causou. Troca de carregador, bateria ou memória costuma sair em algumas horas, porque trabalhamos com peça em estoque. Reparo de placa em nível de componente leva mais tempo de bancada. O orçamento é grátis e informa prazo junto com o valor.

    Se o notebook Dell não liga e o código não ajudou, traz aqui

    Ficamos na Av. Rio Branco, 156, no Edifício Avenida Central, ao lado do metrô do Largo da Carioca, de segunda a sexta das 10h às 18h.

    Chama no WhatsApp (21) 96499-9154 com duas informações na mão: o padrão de piscadas da luz e a etiqueta de serviço da base. Com isso a gente já adianta boa parte do diagnóstico antes de você sair de casa. Veja também o que cobre a nossa assistência técnica Dell, com 13 anos de bancada no Centro do Rio.

  • Tela do notebook escura mesmo no brilho máximo: o que é e tem conserto?

    Quando a tela do notebook escura continua escura mesmo com o brilho no máximo, mas você percebe que tem alguma coisa acontecendo ali — um contorno de janela, um vulto de ícone —, o aparelho está funcionando. O que falta é luz. Esse é um dos defeitos mais mal diagnosticados que chegam à nossa bancada no Centro do Rio, e muita gente troca a tela inteira sem precisar.

    Tem um teste de dez segundos que resolve a dúvida, e ele está logo abaixo.

    Fez o teste da lanterna e a imagem apareceu? O reparo costuma ser bem mais barato do que trocar a tela.

    conserto de notebook no RJ

    O teste da lanterna: como confirmar que a tela do notebook escura ainda tem imagem

    Com o notebook ligado, pegue a lanterna do celular e aponte bem de perto contra a tela, num ângulo inclinado — não de frente. Aproxime até quase encostar e vá movendo devagar.

    Se aparecer o desenho da área de trabalho, os ícones, a barra de tarefas, tudo fraquinho mas visível, você acabou de fechar o diagnóstico: a imagem está sendo gerada normalmente e o que falhou foi a iluminação do painel. Placa de vídeo, processador e memória estão trabalhando.

    Se não aparecer absolutamente nada, mesmo com a luz forte e em vários ângulos, o caso é outro. Aí o problema está antes da tela — pode ser memória, vídeo ou o cabo que leva o sinal até o painel. Esse caminho é o do artigo sobre notebook não liga, na parte de aparelho que liga sem imagem.

    Um segundo teste ajuda a confirmar: ligue o notebook num monitor ou TV externa, pelo HDMI. Se a imagem aparece perfeita na tela de fora, está provado que a máquina gera vídeo sem problema, e a falha está no conjunto da tela.

    Por que a tela apaga e a imagem continua lá

    O painel de um notebook faz duas coisas separadas. Ele desenha a imagem e ele ilumina essa imagem por trás. Sem a iluminação — o backlight —, a imagem continua sendo desenhada, só que no escuro. É exatamente o que a lanterna revela.

    Essa iluminação depende de um circuito na placa que gera a tensão certa para acender as luzes do painel. Quando esse circuito falha, ou quando o cabo que leva essa energia até a tela se rompe, a luz não acende e o resto continua funcionando normalmente.

    Daí vem a boa notícia: na maioria das vezes o painel está inteiro. Trocar a tela toda seria resolver um problema que não é o da tela.

    As causas mais comuns, na ordem em que aparecem

    O cabo flat da tela é o primeiro suspeito. Ele passa pela dobradiça e sofre com cada abertura e fechamento da tampa ao longo dos anos. Sinal clássico: a luz volta ou some quando você move a tampa num certo ângulo. Se é isso, atenção — cada vez que você força a tampa para a imagem voltar, o cabo se rompe um pouco mais.

    Depois vem o circuito de iluminação na placa. Ele pode queimar sozinho com o tempo, mas queima muito mais depois de queda de energia, de raio na região ou de líquido derramado. Aqui o reparo é em nível de componente, e é o tipo de trabalho que a maioria das assistências não faz — costuma ser onde o cliente ouve que “tem que trocar a tela”.

    O conector do painel é a terceira causa: contato oxidado ou mal encaixado, comum depois de queda ou de uma troca de tela malfeita. Umidade do Rio ajuda a oxidar.

    E existe o caso simples, que vale checar antes de qualquer coisa: configuração de energia. Alguns notebooks reduzem o brilho ao máximo quando estão na bateria e o modo de economia agressivo está ligado. Antes de concluir defeito, teste com o carregador conectado e as teclas de brilho no máximo.

    O que evitar enquanto o defeito não é resolvido

    Duas coisas pioram o quadro. A primeira é insistir na tampa — abrir e fechar procurando o ângulo em que a luz volta é o caminho mais rápido para romper de vez um cabo que ainda tinha conserto.

    A segunda é comprar uma tela pela internet antes do diagnóstico. Se a falha estiver no circuito da placa, a tela nova chega e o problema continua igual — e agora com uma peça comprada à toa. A gente já recebeu aparelho nessa situação.

    Quando não é iluminação: outros motivos de tela escura

    Nem toda tela escura é backlight. Se a imagem aparece normal por alguns segundos e depois apaga, o quadro pode ser de superaquecimento, e o caminho é o do notebook desliga sozinho. Se a tela escurece junto com o aparelho travando ou reiniciando, o problema tende a ser mais amplo que o painel.

    Em MacBook o defeito também existe e tem particularidades próprias de cada geração — vale ver o roteiro específico em MacBook não liga.

    Tela do notebook escura: o que a gente faz na bancada

    Chegando aqui, o caminho é medir. Confirmamos com teste externo se o vídeo está sendo gerado, medimos a tensão que sai da placa em direção à iluminação do painel e verificamos a continuidade do cabo. Isso separa em minutos os três cenários: cabo, circuito da placa ou painel.

    Quando é o circuito da placa, fazemos reparo em nível de componente e o painel original é aproveitado. Quando é cabo, é troca de peça. Troca de painel inteiro só entra quando a tela em si está danificada — e a gente diz qual é o caso antes de você decidir.

    Como funciona: o orçamento é grátis e sem compromisso, você descobre o que o aparelho tem sem gastar nada. Trabalhamos com peça em estoque, então troca de cabo e de painel costumam sair em algumas horas; reparo de placa leva mais tempo de bancada. E todo serviço tem garantia.

    Se o conserto não compensar diante do valor do aparelho, a gente fala — mesmo perdendo o serviço.

    Perguntas frequentes

    Como saber se a tela do notebook escura é problema de iluminação?

    Faça o teste da lanterna: com o aparelho ligado, aponte a luz de um celular bem de perto e em ângulo contra a tela. Se você enxergar o desenho da área de trabalho, fraquinho mas presente, a imagem está sendo gerada e o que falta é luz. Se não aparecer nada, o problema é outro.

    Tela escura é a mesma coisa que tela preta?

    Não. Tela escura é quando existe imagem, só que sem iluminação — dá para ver com lanterna. Tela preta é ausência total de imagem, e aí a causa costuma estar na memória, no vídeo ou no cabo da tela.

    Precisa trocar a tela inteira quando a luz não acende?

    Nem sempre. Quando a falha está no circuito que alimenta a iluminação, na placa, o reparo é feito ali e o painel é aproveitado. A troca do painel só entra quando a própria tela está danificada.

    A tela escurece só às vezes. É o mesmo defeito?

    Costuma ser o mesmo defeito começando. Falha intermitente na iluminação, que melhora ao mexer na tampa, aponta para cabo ou conector. Vale resolver cedo: mexer na tampa repetidamente para a imagem voltar acaba rompendo de vez o cabo.

    Vale a pena consertar a iluminação de um notebook antigo?

    Depende do custo do reparo frente ao valor do aparelho. A gente informa os dois no orçamento, que é grátis, e diz claramente quando não compensa — mesmo perdendo o serviço.

    Está com a tela do notebook escura? Traz para a gente medir

    Ficamos na Av. Rio Branco, 156, no Edifício Avenida Central, ao lado do metrô do Largo da Carioca, de segunda a sexta das 10h às 18h.

    Chama no WhatsApp (21) 96499-9154 e conta o resultado do teste da lanterna — se apareceu imagem ou não. Só isso já adianta boa parte do diagnóstico antes de você sair de casa. Veja também como funciona o conserto de notebook no RJ na BBinfo, com 13 anos de bancada e reparo de placa em nível de componente.

  • Notebook desliga sozinho: as causas mais comuns e o que fazer

    Quando o notebook desliga sozinho, sem aviso e sem tela azul, o aparelho não está com defeito aleatório — ele está se protegendo ou perdendo energia. Essas são as duas famílias de causa, e dá para separar uma da outra prestando atenção em quando o desligamento acontece. É isso que este guia faz.

    Vale a distinção logo de saída: aqui a máquina liga normal, funciona um tempo e cai. É diferente do aparelho que não dá sinal nenhum, cujo roteiro está em notebook não liga.

    Desligamento repetido castiga o disco e corrompe arquivo. Descubra a causa sem pagar nada pelo diagnóstico.

    conserto de notebook no RJ

    Quando o notebook desliga sozinho, repare na hora em que acontece

    Antes de qualquer teste, observe o padrão. Ele já entrega metade do diagnóstico:

    • Cai sob esforço — durante jogo, videochamada, edição de vídeo ou com muitas abas abertas. Quase sempre é calor.
    • Cai depois de um tempo fixo, tipo sempre uns 20 minutos depois de ligar, mesmo parado. Também aponta para térmico.
    • Cai a qualquer momento, inclusive frio e ocioso. Aí o calor sai da lista e entram energia e placa.
    • Cai quando você mexe no aparelho ou encosta no cabo do carregador. É contato — plugue, conector de energia ou cabo rompido.

    Repare também no que acontece depois. Se ele só volta a ligar quando esfria, isso é proteção térmica atuando, e é praticamente diagnóstico fechado.

    Superaquecimento: o suspeito número um

    Todo notebook tem uma proteção que corta a energia quando o processador passa de uma temperatura limite. É um recurso de segurança, não um defeito — o defeito é o que fez chegar lá.

    Dois vilões explicam a maioria dos casos. O primeiro é poeira acumulada no dissipador. O ar entra por baixo, atravessa as aletas e sai pela lateral; com o tempo forma um feltro de poeira que bloqueia essa saída. O cooler continua girando, às vezes até mais rápido, mas o ar não passa. Por isso a sensação de “está ventilando, então não é calor” engana tanto.

    O segundo é a pasta térmica ressecada. Ela é o que transfere o calor do processador para o dissipador. Quando endurece, o calor deixa de sair e a temperatura sobe mesmo com o cooler impecável.

    Sinais que confirmam: base muito quente perto da saída de ar, cooler acelerado o tempo todo, aparelho lento antes de desligar. Um teste caseiro simples: use a máquina apoiada em superfície dura e lisa, nunca em cama, sofá ou colo, e veja se o quadro melhora. Se melhorar, é ventilação bloqueada.

    Não resolve com ar comprimido soprado por fora. Isso empurra a sujeira para dentro e prende o cooler no lugar. Limpeza que funciona é com o aparelho aberto, dissipador removido e pasta trocada.

    Bateria e carregador: quando falta energia, não sobra calor

    Se a máquina cai fria e parada, o problema tende a ser de alimentação.

    Bateria em fim de vida perde a capacidade de sustentar picos de consumo. O sistema pede mais corrente por um instante, a bateria não entrega e tudo apaga — mesmo que o indicador ainda mostre carga. Indicador de porcentagem é estimativa, não medição.

    Carregador subdimensionado ou com cabo rompido produz o mesmo efeito. Se o desligamento acontece quando você move o aparelho ou mexe no cabo, teste com outro carregador compatível. E observe o conector de energia no corpo do notebook: se ele está bambo ou se a luz de carga pisca quando você balança o plugue, o problema pode ser o próprio conector, que é peça soldada e exige bancada.

    Um caso à parte: bateria inchada. Se o notebook começou a balançar apoiado na mesa, se o touchpad ficou duro ou se a tampa não fecha direito, é bateria estufando. Isso não é questão de desempenho, é de segurança — pare de usar e troque.

    Quando a causa está na placa

    Alguns quadros já nascem apontando para bancada. Desligamento que começou depois de queda de energia ou de raio na região. Que apareceu depois de líquido derramado, mesmo semanas depois — a corrosão avança devagar. Cheiro de queimado. Ou uma região específica da base que esquenta demais mesmo com o aparelho ocioso.

    Nesses casos o que falha é o circuito de gerenciamento de energia da placa, e o reparo é em nível de componente. É um trabalho que a maioria das assistências não faz, e é justamente por isso que muito aparelho é dado como perdido em outro lugar antes de chegar aqui.

    O que não adianta tentar

    Vale dizer o que costuma ser perda de tempo. Formatar não resolve desligamento por calor nem por energia — o problema é físico, e o sistema novo desliga igual. Base cooler ajuda pouco quando o dissipador está entupido; ela sopra ar para uma máquina que não consegue expelir o que já tem dentro. E programa de “otimização” não muda temperatura nem capacidade de bateria.

    Se o aparelho é de mesa, o roteiro é bem diferente — fonte e poeira pesam de outro jeito. Está em computador desligando sozinho. E se em vez de desligar ele reinicia sozinho, o caminho de investigação muda: veja computador reiniciando sozinho.

    Antes de tudo, salve seus arquivos

    Desligamento abrupto repetido corrompe arquivo aberto e, com o tempo, castiga o disco. Enquanto o aparelho ainda liga e você consegue usar por alguns minutos, copie o que importa para um HD externo ou pendrive. É o conselho que a gente dá por telefone antes mesmo de a pessoa sair de casa.

    Notebook desliga sozinho e você já limpou: o que fazemos aqui

    Na bancada, o caminho é medir em vez de supor. Acompanhamos a temperatura sob carga para confirmar se a proteção térmica é mesmo a causa, medimos a tensão que chega à placa, testamos a bateria fora do aparelho e, quando o quadro aponta para lá, analisamos o circuito de energia da placa em nível de componente.

    Como funciona: o orçamento é grátis e sem compromisso — você descobre o que a máquina tem sem gastar nada e decide depois. Trabalhamos com peça em estoque, então limpeza com troca de pasta e troca de bateria costumam sair em algumas horas; reparo de placa leva mais tempo de bancada. E todo serviço tem garantia.

    Quando o conserto não compensa, a gente fala. Se o custo chega perto do valor do aparelho, dizemos isso no orçamento mesmo perdendo o serviço.

    Perguntas frequentes

    Notebook desliga sozinho é sempre superaquecimento?

    Não, mas é a causa mais comum. O sinal típico do calor é o desligamento sob esforço — durante jogo, vídeo ou várias abas abertas — e a base quente. Quando o aparelho cai mesmo parado e frio, a suspeita passa para bateria, carregador ou placa.

    De quanto em quanto tempo precisa trocar a pasta térmica?

    Não existe prazo fixo, mas uso intenso e ambiente quente aceleram o desgaste. O que manda é o comportamento: se o cooler vive acelerado e a máquina desliga sob esforço, é hora de abrir, limpar e trocar a pasta, independentemente de quanto tempo passou.

    Notebook que desliga sozinho pode perder arquivos?

    Pode. Desligamento abrupto repetido corrompe arquivo aberto e, com o tempo, castiga o disco. Se o aparelho está nesse quadro e você tem arquivo importante, faça uma cópia antes de continuar usando.

    Desliga sozinho e não liga mais na hora. É o mesmo problema?

    Costuma ser o mesmo defeito em estágio mais avançado. Aparelho que desliga sob calor e depois só volta depois de esfriar está indicando proteção térmica. Se um dia ele não voltar mais, o roteiro passa a ser o de notebook que não liga.

    A limpeza interna resolve ou é só paliativo?

    Quando a causa é poeira e pasta ressecada, limpeza com troca de pasta resolve de verdade. Se o desligamento continua com a máquina limpa e fria, a causa é outra — normalmente carregador, bateria ou circuito de energia da placa.

    Se o notebook desliga sozinho toda hora, traz aqui

    Ficamos na Av. Rio Branco, 156, no Edifício Avenida Central, ao lado do metrô do Largo da Carioca, de segunda a sexta das 10h às 18h. Dá para deixar de manhã e buscar na saída do trabalho.

    Chama no WhatsApp (21) 96499-9154 e conta em que momento ele desliga — sob esforço, parado, frio, quente, quando mexe no cabo. Esse detalhe encurta o diagnóstico. Veja também como funciona o conserto de notebook no RJ na BBinfo, com 13 anos de bancada no Centro do Rio.

  • Notebook não liga: o que testar antes de levar na assistência

    Quando o notebook não liga, a primeira coisa a fazer é descobrir de que tipo de “não liga” a gente está falando. Isso muda tudo. Aparelho que não dá sinal nenhum e aparelho que acende a luz mas fica de tela preta têm causas diferentes, custos diferentes e urgências diferentes. Em boa parte dos casos que chegam à nossa bancada no Centro do Rio, dava para reduzir a lista de suspeitos em cinco minutos, em casa, antes de sair de casa.

    Este guia é o roteiro de eliminação que a gente usa. Ele não vai consertar o aparelho, mas vai te dizer se o problema é provavelmente barato, provavelmente caro, ou se é hora de parar de mexer.

    Já testou e o aparelho continua sem dar sinal? O orçamento é grátis e você descobre o que ele tem sem gastar nada.

    conserto de notebook no RJ

    Primeiro passo quando o notebook não liga: qual é o seu caso?

    Olhe para o aparelho com o carregador conectado e responda:

    • Nenhuma luz, nenhum som, nada. Nem a luz do carregador no corpo do aparelho. Isso é ausência total de energia.
    • Acende a luz, mas não passa disso. Às vezes o cooler dá um sopro e para. Às vezes a luz fica piscando num padrão.
    • Liga normalmente, cooler gira, mas a tela fica preta. Você até ouve o Windows iniciando.

    O terceiro caso não é bem “não liga” — é liga sem imagem, e o caminho é outro. Se a tela mostra uma imagem fraquíssima quando você joga a luz de uma lanterna bem de perto, o problema é a iluminação do painel, e a gente explica isso em detalhe no artigo sobre tela do notebook escura.

    Comece pela fonte de energia, não pelo aparelho

    É o item mais esquecido e o mais barato de resolver. Antes de suspeitar da placa, elimine o caminho da energia inteiro.

    Troque a tomada — de preferência uma em outro cômodo, em outro circuito. Filtro de linha e régua velha falham mais do que a gente imagina. Se o seu carregador tem o cabo de tomada separado do bloco, teste com outro cabo desses, que é padrão e fácil de achar em casa.

    Depois olhe o carregador. A maioria tem um LED: se ele não acende, o problema está ali, não no notebook. Passe a mão no cabo inteiro, principalmente nos dois pontos onde ele mais dobra — na saída do bloco e na entrada do plugue. Cabo com fio rompido por dentro funciona em certas posições e falha em outras.

    Um detalhe que engana muita gente: carregador de outro notebook, mesmo encaixando, pode não ter tensão ou amperagem suficiente. Encaixar não significa servir.

    O reset de energia: 30 segundos que resolvem mais do que parece

    Placa de notebook guarda carga residual, e às vezes ela trava num estado em que o aparelho simplesmente ignora o botão de ligar. Descarregar essa energia é gratuito, não danifica nada e resolve uma fatia real dos casos.

    Desconecte o carregador. Se a bateria for removível, tire. Segure o botão de ligar por uns 30 segundos com tudo desconectado. Depois recoloque só o carregador — sem a bateria, se ela sai — e tente ligar.

    Se voltou, ótimo, mas anote: aparelho que precisa disso com frequência está avisando de alguma coisa, normalmente da bateria.

    Bateria: o teste que separa os dois cenários

    Aqui a lógica é simples. Se a máquina funciona com o carregador na tomada mas morre no instante em que você desconecta, a bateria está no fim. Isso é troca de peça, e é dos consertos mais rápidos que existem.

    Agora, se o aparelho não dá sinal nem com o carregador ligado, a bateria dificilmente é a culpada sozinha — o carregador deveria manter a máquina em pé sem ela. Nesse caso o problema está mais adentro.

    Um alerta que vale mais que qualquer economia: bateria inchada ou estufada não é para adiar. Se o notebook começou a “balançar” apoiado na mesa, se o touchpad ficou duro ou se a tampa não fecha mais direito, é bateria estufando por dentro. Pare de usar e leve para trocar. Isso é risco, não estética.

    Quando o aparelho liga mas não completa: memória e contato

    Se a luz acende, o cooler chega a girar e mesmo assim nada aparece, um dos suspeitos clássicos é a memória RAM mal encaixada ou com contato oxidado — comum depois de uma queda, de uma limpeza malfeita ou em máquina que ficou muito tempo parada em lugar úmido. Rio de Janeiro e umidade combinam mal com contato elétrico.

    Em notebook com dois pentes, tirar um e tentar ligar só com o outro é um teste que isola o problema rápido. Só que em muito notebook moderno a memória é soldada na placa — não sai, não troca, não tem pente para remexer. Se for o seu caso, esse teste está fora, e o diagnóstico passa a exigir bancada.

    Vale dizer com todas as letras: se você não se sente à vontade abrindo o aparelho, pare aqui. Parafuso espanado e flat de teclado rasgado transformam um conserto simples num caro.

    Os sinais de que o problema é a placa

    Alguns quadros dispensam tentativa e erro. Se você reconhece um destes, o caminho é bancada:

    Parou de funcionar logo depois de uma queda de energia ou de um raio na região. Aconteceu depois de derramar líquido, mesmo que ele tenha funcionado por alguns dias depois do acidente. Tem cheiro de queimado. Esquenta numa região específica da base sem nem ligar. Ou a luz de energia fica piscando num padrão repetido — em várias marcas isso é código de erro, e o padrão diz o que falhou.

    Líquido é o caso mais traiçoeiro. O aparelho costuma sobreviver ao susto e falhar semanas depois, quando a corrosão avança nas trilhas. Quanto mais cedo chega para limpeza, mais barato sai.

    Marca importa no diagnóstico

    Cada fabricante sinaliza de um jeito. A Dell usa combinações de piscadas no LED que apontam a peça com defeito, e tem uma sequência de reset própria — está tudo no artigo sobre notebook Dell não liga. No caso da Samsung, a marca tem rede autorizada no Brasil, e o gargalo costuma ser outro: prazo e disponibilidade de peça por modelo. As alternativas estão em notebook Samsung não liga.

    Se o seu caso é de computador de mesa, o roteiro muda bastante — fonte, botão do gabinete e bipes da BIOS entram na conta. Esse está em computador não liga.

    Notebook não liga e você já testou tudo: o que a gente faz na bancada

    Quando o aparelho chega aqui, o caminho é o mesmo que você fez, só que com instrumento. Medimos a tensão que realmente entra na placa, conferimos se o circuito de carga está entregando energia, testamos com fonte de bancada e, quando é o caso, olhamos a placa em nível de componente — que é onde a maioria das assistências para e manda o aparelho embora.

    Três coisas que valem para qualquer caso: o orçamento é grátis e sem compromisso, você descobre o que a máquina tem sem gastar nada; trabalhamos com peça em estoque, então boa parte dos reparos sai em algumas horas — reparo de placa é a exceção, esse leva mais tempo de bancada; e todo serviço tem garantia.

    E tem uma quarta, que é a que mais importa: quando o conserto não compensa, a gente fala. Se o custo do reparo chega perto do valor do aparelho, dizemos isso no orçamento — mesmo perdendo o serviço. Já devolvemos máquina com essa recomendação, e continuamos fazendo.

    Perguntas frequentes

    Notebook não liga: pode ser só a bateria?

    Pode. Se o aparelho funciona com o carregador ligado mas morre assim que você tira da tomada, a bateria é a suspeita principal. Agora, se ele não dá sinal nem na tomada, a bateria dificilmente é a causa isolada — o carregador deveria manter a máquina em pé sozinho.

    Qual a diferença entre o notebook não ligar e ligar sem imagem?

    São dois defeitos diferentes. Não ligar é ausência total de sinal: nenhuma luz, nenhum barulho de cooler. Ligar sem imagem é quando as luzes acendem e o cooler gira, mas a tela fica preta — aí o problema costuma estar na memória, no vídeo, no cabo da tela ou na iluminação do painel.

    O que é o reset de energia e ele resolve mesmo?

    É descarregar a energia residual da placa: desliga o carregador, tira a bateria quando ela é removível e segura o botão liga por cerca de 30 segundos. Resolve uma parte dos casos em que a máquina trava sem ligar. Não custa nada e não danifica o aparelho.

    Quanto custa descobrir por que o notebook não liga?

    Na BBinfo o orçamento é grátis e sem compromisso. A gente abre, testa e informa o que o aparelho tem e quanto custa. Você decide depois, e se não quiser seguir, leva a máquina de volta sem pagar nada.

    Vale a pena consertar um notebook antigo que não liga?

    Nem sempre, e a gente fala quando não vale. Se o custo do reparo chega perto do valor do aparelho, dizemos isso no orçamento mesmo perdendo o serviço. Já devolvemos máquina com essa recomendação.

    Testou tudo e o notebook não liga? Traz aqui

    Estamos na Av. Rio Branco, 156, no Edifício Avenida Central, ao lado do metrô do Largo da Carioca — de segunda a sexta, das 10h às 18h. Dá para deixar o aparelho no caminho do trabalho e buscar na saída.

    Chama no WhatsApp (21) 96499-9154 e conta o que aconteceu: quando parou, se caiu, se molhou, se houve queda de energia, se acende alguma luz. Esse relato encurta o diagnóstico mais do que qualquer equipamento. Veja também como funciona o conserto de notebook no RJ na BBinfo — são 13 anos de bancada no Centro do Rio.

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